Se você sofre com dor cervical, a posição em que dorme pode estar contribuindo tanto quanto o próprio travesseiro. Vamos comparar as posições mais comuns.
Geralmente considerada uma das posições mais neutras para a coluna, desde que o travesseiro tenha altura adequada — nem alto demais (empurra o queixo pro peito) nem baixo demais (deixa a cabeça cair pra trás).
Também é uma boa opção para a cervical, desde que o travesseiro tenha altura suficiente pra preencher o espaço entre o ombro e a cabeça — mantendo a coluna, do quadril ao pescoço, numa linha reta.
Essa é a posição menos recomendada para quem tem dor cervical. Dormir de bruços obriga a virar a cabeça completamente para um dos lados por horas, numa rotação prolongada que sobrecarrega bastante a região do pescoço — além de forçar também a região lombar.
A transição pode ser gradual: comece usando um travesseiro mais fino sob o quadril, o que ajuda a reduzir a necessidade de virar completamente para os lados, e vá se acostumando aos poucos a dormir de lado, que costuma ser uma transição mais fácil do que ir direto para dormir de costas.
Não existe uma única posição "certa" para todo mundo — o que existe é a combinação certa entre a posição que você mais dorme e o travesseiro que dá o suporte adequado pra essa posição específica.
Um travesseiro cervical com dupla altura se adapta bem tanto a quem dorme de lado quanto de costas — útil pra quem também está em transição de posição. Vale a pena conferir.
Ver essa opção →Dormir de costas ou de lado, com o travesseiro certo, tende a ser mais amigável para a cervical do que dormir de bruços. Pequenos ajustes de hábito, com paciência, ajudam a fazer essa transição.
"Alívio: ansiosa pra testar, chegou muito rápido antes do prazo Conforto: parece ser muito bom, material excel…"
"Alívio: excelente, me sinto muito melhor sem dores Conforto: amei dormir a noite inteira sem acordar para aju…"
"Alívio: ajudou a aliviar as dores do meu pescoço, mas não 100% Conforto: o material é macio e confortável, po…"
Este conteúdo é informativo e não substitui diagnóstico, tratamento ou orientação médica. Em caso de dor persistente, procure um profissional de saúde.